Entre o temor e o anseio | Palavras

Naquele abismo superficial entre o temor e o anseio propago a ressureição!

Que não venha sem antes passar por uma cachoeira de arruda e alecrim, num domingo qualquer de lua escondida.

Que não venha castigada por arrependimentos por que nada dói mais que a petrificação lenta e perversa da imobilidade.

Que não me transforme em bondade, nem em beleza, nem em compaixão mas que me molde a cada vento forte que tentar me rasgar a fé.

E que assim seja a vida que segue… avassaladora depois de cada sopro de verdade. Destruidora, transpondo o aço que cauteriza e lança nova oportunidade de ferir-se… pra depois regenerar-se… e jogar-se novamente nesse abismo superficial… entre o temor e o anseio! Amem!

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